quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Apropriação do alimento espiritual adequado em dias difíceis


Muitas pessoas têm tentado suprir suas necessidades espirituais de várias formas. Essa é uma evidência da consciência humana em reconhecer que possui um espírito e que ele é mais forte e intenso do que o corpo. O espírito humano está infeliz, angustiado, carente, perdido e muitas vezes não consegue sentir a paz. Então é mais fácil agarrar-se a qualquer alívio imediato que cause a sensação de paz, que engane a alma, mesmo conscientemente. Esse alívio é efêmero, passageiro demais para toda a necessidade do espírito. E ele continua protestando em desespero por algo que possa preenchê-lo.
Há muitos cristãos por aí dizendo que se obedecermos a Palavra e seguirmos a Deus com dedicação sempre seremos bem sucedidos, prósperos em todos os sentidos. E há muitos versículos que apoiam essa ideia mesmo! Porém alguns de nós vivemos uma situação diferente. Temos seguido a Deus de coração puro e estamos em um estado difícil, vivendo uma tragédia aparentemente sem solução, e muitas vezes não vemos luz no fim do túnel. Algumas pessoas trazem consigo a concepção errônea de que na vida só terão problemas se desobedecerem a Deus. É uma falsa ideia que prejudica a si e aos outros. Se estivermos passando por problemas grandes, seremos julgados instantaneamente e até depreciados por essas pessoas que concluirão que Deus está nos castigando. Porém, sabemos que temos guardado os mandamentos de Deus e temos procurado crescer na fé, apesar das desventuras.
Pedro citou Provérbios 11.31, para mostrar que nosso sofrimento presente é a vontade de Deus de purificar a Sua igreja. Entretanto, os não-cristãos podem esperar o julgamento futuro, na ocasião do retorno de Cristo: “Porque a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada; ora, se primeiro vem para nós, qual será o fim daqueles que não obedecem ao evangelho de Deus?” (1 Pe 4.17).

“A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo” (Salmo 42:2)

Há em Lucas 14 o relato de um grande jantar que foi oferecido. Jesus conta essa parábola: havia um homem que fez uma grande ceia e convidou a muitos. Na hora marcada, ele mandou seu servo chamar os convidados, pois estava tudo preparado. Mas todos deram desculpas esfarrapadas e não compareceram. O dono da ceia muito se indignou, pois havia preparado um admirável banquete. Mandou seu servo convidar a todos nas ruas e nos bairros; os cegos, os pobres, os desprezados, até que se enchesse a sua casa. E disse: “Porque eu vos digo que nenhum daqueles homens que foram convidados provará a minha ceia” (Lucas 14:24).
O Senhor quer nos oferecer esse banquete. Mas muitos não o querem aceitar. A própria ceia que Jesus estabeleceu é um símbolo disso. Ele quer que compartilhemos tudo o que Ele fez por nós, provisoriamente aqui nesse mundo. Ele disse: “Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo” (Apocalipse 3:20). Essa mensagem não é apenas para aqueles que não creem em Cristo, é também uma mensagem àqueles que são cristãos, mas não se alimentam apropriadamente da Palavra. Essa mensagem é, antes de tudo, um encorajamento e um convite à ceia de Jesus.

Convocando ele de novo a multidão, disse-lhes: Ouvi-me todos e entendei. Nada há fora do homem que, entrando nele, o possa contaminar; mas, o que sai do homem é o que o contamina... Assim vós também não entendeis? Não compreendeis que tudo o que de fora entra no homem não o pode contaminar... O que sai do homem, isso é o que o contamina. Porque de dentro, do coração dos homens, é que procedem os maus desígnios, a prostituição, os furtos, os homicídios, os adultérios, a avareza, as malícias, o dolo, a lascívia, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura; ora, todos estes males vêm de dentro e contaminam o homem.


Render-te-ei graças com integridade de coração, quando tiver aprendido os teus retos juízos. Cumprirei os teus decretos: não me desampares jamais. De que maneira poderá o homem guardar puro o seu caminho? Observando-o segundo a tua palavra. De todo coração te busquei, não me deixes fugir aos teus mandamentos. Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti. Bendito és tu, Senhor; ensina-me os teus preceitos.

Paulo advertiu Timóteo sobre dias difíceis em que ninguém daria crédito à Bíblia, ou, ainda pior, dariam “crédito” apenas de aparência, negando as Escrituras por suas atitudes. Podemos dizer que vivemos nesses dias ruins hoje. Lemos em 2 Timóteo 3:1-5,7-9:

Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis. Porque haverá homens amantes de si mesmos... sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos prazeres do mundo do que amigos de Deus. Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te... Que aprendem sempre, e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade... Assim também estes resistem à verdade, sendo homens corruptos de entendimento e réprobos na fé. Não irão, porém, avante; porque a todos será manifesto o seu desvario...

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Experimento animal

Contato Animal: Biochips e Pele Artificial: 2 Alternativas para a ...: Diante do obscurantismo que os vivissectores conseguem ainda impor à sociedade, fazendo com que os incautos e desavisados ainda acreditem...

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Manifesto da Igualdade Polaca

http://www.vanguardapopular.com.br/portal/comentario-popular/248-olavo-de-carvalho-e-o-manifesto-da-igualdade-polaca





1) Fica estabelecida a cota de 5% para polacos nas universidades públicas.



2) Fica proibido chamar descendentes de poloneses, alemães, holandeses e outros povos de polacos.



3) Fica proibido chamar os polacos de polacos.



4) Fica estabelecido que os polacos devem ser chamados de cidadãos de ascendência polonesa.



5) Chamar polaco de polaco passa a ser crime de racismo, mesmo que seja público e notório o fato de que a raça uma seja uma só. O mesmo é estendido às variações: polaquinho, polacão, polaquinha, etc.



6) Fica proibido usar expressões de cunho pejorativo associados aos polacos: “coisa de polaco”, “só podia ser polaco”, etc.



7) Fica estabelecido o dia 21 de novembro como dia nacional da consciência polaca, mesmo que não se possa chamar polaco de polaco.



Fica estabelecido o dia 23 de junho como dia nacional do orgulho polaco, mesmo que não se possa chamar polaco de polaco.



9) Fica criada a sub-secretaria especial de políticas para promoção da igualdade polaca, subordinada a secretaria especial de política para promoção da igualdade racial.



10) Fica estabelecido o prazo de 2 anos para a sub-secretaria especial virar Ministério dos Polacos.



11) Fica proibida qualquer atitude de segregação dos polacos.



12) Fica restrito ao governo brasileiro a pressuposição de que os polacos são inferiores, estabelecendo cotas, associações restritivas, nominativa e sanções para as mesmas.



13) Passa a ser crime de polacofobia qualquer agressão deliberada contra um polaco, mesmo que não se possa chamar um polaco de polaco.



14) Toda a criança que usar a expressão: “polaco da ribeirinha, solta pum e sai farinha!”, estará cometendo “bullying” e deverá ser encaminhada para tratamento de re-educação psicológica.

http://youtu.be/5aevBWyyL0I

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Questões de coerência. . .

Conde Loppeux de la Villanueva: Questões de coerência. . .: Ser “conservador” ou de “direita” no Brasil tornou-se tabu para a maioria das classes pensantes. De fato, anos de doutrinação ideológica ...

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

O Sofrimento dos Animais Cobaias de Experiências


O ser humano briga por seus direitos, mas nem sempre tem em consideração o direito de outros seres vivos. No caso dos animais em uso experimental, há um agravante, que é o fato de que eles não podem se defender, inclusive da ignorância científica.
A maioria dos códigos internacionais que trata de pesquisas na área da saúde cita que elas devem ser inicialmente desenvolvidas em animais. As teses experimentais são realizadas em animais de laboratório, que são mantidos em biotérios para estudos laboratoriais. Nos biotérios brasileiros, três espécies são mais utilizadas: o rato, o coelho e o cachorro. Geralmente esses animais são submetidos a dores, angústias e estresse, e no entanto há um consenso contraditório em afirmar que os experimentos visam o bem dos seres vivos.
A partir de 1846, com a normatização da pesquisa animal proposta pela Cruelty to Animals Act, em Londres, os animais passaram a ter todos os benefícios aplicados ao ser humano, como drogas anestésicas. O que é totalmente discutível.
Há algumas ideias e filosofias que vão na contramão da falta de sensibilidade. A Lei Judaica, por exemplo, proíbe crueldade com animais, e o Espiritismo considera os animais almas em período evolutivo. Foi em 1876, na Inglaterra, que foram elaborados os princípios da ética aplicados em benefício da experimentação animal. Alguns cientistas atualmente já utilizam outros recursos em experiências. Pesquisas atuais vão na direção do desenvolvimento in vitro ao invés de realização em animais vivos.
A Declaração Universal dos Direitos dos Animais, criada pela UNESCO em 1978, declara, entre outros pontos, que “cada animal tem direito à consideração, à cura e à proteção do homem” e que “a experimentação animal, que implica sofrimento físico, é incompatível com os direitos dos animais”. São pontos fundamentais para a moralidade do ser humano, que vão em oposição a leis que permitem a vivissecção de animais e seu posterior sacrifício.
Atividades de pesquisa com animais são usadas desde a Antiguidade. Tem-se o registro de mais de dois mil anos de investigações na área da saúde, no qual anatomistas faziam vivissecções em animais para observar suas estruturas. Não havia, entretanto, alguma norma de pesquisa. Eram apenas investigações. E as pesquisas seguiram com o uso dos animais, sem menções a uma preocupação com a ética. Talvez, alguns cientistas, por considerarem os animais irracionais, concluíram que eles também não têm medo ou dor.
Em 1822, foi instituída a Lei Inglesa Anticrueldade. A partir daí, apareceram, gradativamente, reações em relação à proteção animal e à ética em pesquisa. Surgiram, então, as primeiras sociedades protetoras dos animais. Apesar de serem criadas várias leis, publicações e ações em defesas dos animais, com o tempo, sabe-se que a crueldade e a indiferença para com eles persiste até os dias de hoje. Dentre as possíveis alternativas ao uso de animais em experiências, há as simulações por computador, a cultura de células ou tecidos, modelos sintéticos e o uso de animais que morreram de causas naturais. Espera-se que essas alternativas substituam o extenso uso dos animais como cobaias da ciência. Hoje, ainda não se dá a devida importância ao sofrimento dos animais usados, e, insensivelmente a isso, diz-se que esse uso é para o benefício dos humanos.